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Pitch é Sedução Pura!

Pitch é Sedução Pura!

O pitch são aqueles cinco minutos que você tem para fazer um possível investidor se interessar pela sua ideia. Mas como se destacar quando, por exemplo, você está fazendo o pitch junto com várias outras startups?

É preciso ser interessante. É preciso ser lembrado por quem assistiu. É preciso mostrar o quanto sua ideia é relevante.

Obviamente que o centro de tudo é a sua startup. Você precisa, antes de mais nada, saber qual é o problema, o tamanho do mercado, demonstrar capacidade de execução e ter uma estratégia definida para o investimento que deseja captar. Sem isso, não adianta ter um deck lindo e um strorytelling encantador. Quando falamos de pitch, a forma e o conteúdo tem o mesmo peso. Então a regra número 1 é NO BULLSHIT!

Quanto você precisa captar e o que vai fazer com o investimento?

Antes de começar a pensar no pitch, é preciso arregaçar as mangas e validar se a sua ideia é um negócio escalável em um curto espaço de tempo e quanto dinheiro de fato é necessário para fazer ela chegar aonde deseja. Aqui entra um ponto importante que se deve ter em mente. Se a sua ideia é tão boa, por que você mesmo não está investindo nela? A capacidade de execução do time também é algo extremamente importante. Isso dá segurança ao investidor.

Validar a ideia é diferente de ter o produto pronto.

Testar, re-testar, testar novamente. Principalmente se você está pretendendo abrir um mercado (dessa forma não há concorrentes para colher dados), é preciso criar os números. Criar, não inventar. Landing Pages, pesquisa com público alvo e MVP (melhor produto viável) são passos importantes que precisam ser dados. O resultado desses estudos devem aparecer na apresentação.

Somente depois do conteúdo é que vem a forma!

A apresentação deve seguir uma ordem que faça sentido. Não existe regra determinando qual conteúdo deve vir primeiro. O que não recomendo é ficar indo e voltando nos slides. Então estruture muito bem o que você tem a dizer e depois conte uma história que vá amarrando os blocos uns nos outros, não deixando buraco nem ficando prolixo demais. Seja rápido e objetivo.

Slides não são lá muito amigos de tabelas e gráficos. Busque simplificar ao máximo a informação, por exemplo agrupando meses em trimestres, mas tomando sempre o cuidado de não perder o sentido.

Aposte no contraste. Slides com cores fortes funcionam tanto em ambientes claros, quanto escuros. Enquanto tons pasteis não funcionam em locais com muita iluminação, por exemplo.

O deck deve passar a identidade da empresa e também a personalidade de quem está apresentando. Um conjunto bem alinhado entre o tom do discurso e o que está sendo exibido ao fundo, contribuem para uma melhor compreensão do conteúdo. Então invista em uma identidade visual. Não menospreze o poder do design 😉

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